Priscila

Priscila
...

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Agora vamos falar de coisa boa?

Rio 40°,tá chegando aí a estação mais desejada do ano,o verão. Pensando em verão,pensamos também em carnaval,muita animação e bastante curtição,pra quem gosta é claro...
Nosso tão esperado verão chega no dia 21 de dezembro e como sempre promete.No verão brasileiro os dias são mais longos e as noites, consequentemente, mais curtas.
Gente mas não se esqueça dos cuidados com a saúde hein...principalmente com as crianças..
Quando for a praia ou até mesmo se não for,não esqueça do protetor solar,ele vai ajudar você a se proteger contra as queimaduras provocadas pelo sol...
Bjs queridos!!!
Rio de Janeiro,cidade maravilhosa...

Verão com Rio de Janeiro combinação perfeita...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Rio de Janeiro vive primeira madrugada tranquila .
              

Um dia depois de a polícia e o Exército terem ocupado o conjunto de favelas considerado como quartel-general do tráfico no Rio de Janeiro, a cidade viveu esta segunda-feira a primeira madrugada de tranquilidade após uma semana de violência que deixou pelo menos 36 mortos e 106 veículos incendiados.
Entre a noite do domingo e a manhã desta segunda-feira não foi registado nenhum ataque do crime organizado similar aos que causaram pânico no Rio de Janeiro e que motivaram a ocupação do Complexo do Alemão, informou a assessoria de imprensa da Polícia Militar.
O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro informou que no mesmo período recebeu pedidos de emergência para atender seis casos de automóveis incendiados, dois deles na região metropolitana, mas aparentemente os incidentes não tinham relação com a onda de violência da última semana.
A ocupação das favelas foi considerada esta segunda-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como a primeira etapa de uma guerra contra o crime organizado no Rio de Janeiro, um êxito que permitiu a prisão de 20 supostos traficantes no domingo e a apreensão de 40 toneladas de drogas e de 50 armas, segundo a secretaria de Segurança Pública.
A operação prosseguiu na primeira hora desta segunda-feira porque a polícia se propôs a revistar uma a uma as 26 mil casas do Complexo do Alemão para procurar armas, drogas e traficantes.
Os criminosos abandonaram as armas e praticamente não ofereceram resistência à acção policial e, por isso, há temores de que estejam escondidos em algumas das casas ou tenham conseguido burlar o cerco feito desde quinta-feira pelas autoridades.

sábado, 27 de novembro de 2010

Operação de segurança alterou a rotina do Rio de Janeiro.

A onda de ataques no Rio de Janeiro começa a ter reflexos no comportamento de turistas que chegam à cidade. Três navios de turismo - MSC Harmonia, MSC Opera e Grand Celebration - aportaram na manhã deste sábado no Pier Mauá. Muitos dos passageiros brasileiros, no entanto, não desembarcaram, já que nenhuma excursão para conhecer os pontos turísticos da cidade foi solicitada em razão da onda de ataques ocorridos nos últimos dias na cidade.
Os passageiros que optaram por sair do navio pegaram veículos por conta própria. Entre eles estava a turista Jussara Alves de Melo, que veio do interior de São Paulo acompanhada de sua família e mesmo, com um pouco de receio, estava muito animada com o passeio. "Estamos dois dias viajando e não estamos muito por dentro desta situação. Sabemos que existe uma tensão, mas nos foi garantido que o local que vamos visitar é seguro. Impossível vir até aqui e não conhecer a cidade", contou Jussara.
Alex Barnardom, 29 anos, auxiliar de exportação de Santos, compartilha a mesma opinião, e mesmo um pouco mais informado, garantiu que não existia a possibilidade de não conhecer o Cristo.
Por outro lado, a aposentada Ana Maria Delci, 63 anos, que viaja com sua neta e uma amiga, afirmou estar muito tensa, mas como já havia combinado com parentes residentes na cidade, iria fazer um passeio. "Meu marido ficou em Santos e não para de ligar preocupado, o pior de tudo é não saber direito o risco que passamos. Mas como combinei há muito tempo uma visita a parentes, preferi descer. Já minha amiga não quis sair do navio por nada", relatou Ana Maria.
Os europeus que desembarcaram - na maioria alemães e italianos - não mostravam qualquer tipo de medo. Dezoito ônibus foram lotados para diversos locais da cidade. Alguns diziam saber da situação, mas não demonstravam qualquer tipo de receio, apenas felicidade por desembarcar na cidade.
Setor nega problemas
O setor de turismo não tem medo da onda de ataques promovidos por traficantes no Rio de Janeiro. Segundo representantes do setor hoteleiro e de agências de viagens, apesar de ser considerado "natural" um recuo na intenção de viagens à capital fluminense, não é o que tem acontecido desde o dia 21. "Estive na quarta-feira no Rio e tive dificuldade de encontrar onde me hospedar", disse o diretor de relações internacionais da Associação Brasileira dos Agentes de Viagens (Abav), Leonel Rossi.

A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih-RJ) acredita que datas de tradicional peregrinação de turistas ao Rio, como o Réveillon e o Carnaval, "não serão afetadas". "O mercado internacional fez suas reservas com antecedência e provavelmente não teremos cancelamentos imediatos", disse o presidente da entidade, Alfredo Lopes.
Cenário diferente aconteceria no caso de os ataques se prolongarem em médio e longo prazo. Para a Abih-RJ, a situação poderia diminuir a intenção de viagens para o interior do Estado, pois "o viajante fica preocupado de pegar a estrada, especialmente à noite, e é comum nas sextas-feiras e domingos uma concentração do fluxo de entrada e saída da cidade". Mas reitera que não há "previsão de grandes prejuízos para a hotelaria".
De acordo com a Abav, a imagem do País no Exterior pode sofrer o desgaste com a perspectiva de sediar Copa do Mundo e Olimpíadas. "O brasileiro está acostumado com este tipo de acontecimento, já o estrangeiro é mais medroso, não entende bem que são situações passageiras", diz Rossi.
A Riotur, empresa municipal de turismo, limitou-se a emitir nota em que atribui os arrastões e queimas de veículos a "um resultado do processo de transformação que a cidade vem vivendo".
Desde o último domingo, quando tiveram início os ataques no Rio de Janeiro, 38 pessoas morreram em todo o Estado.
Violência
Os ataques tiveram início na tarde de domingo, dia 21, quando seis homens armados com fuzis abordaram três veículos por volta das 13h na Linha Vermelha, na altura da rodovia Washington Luis. Eles assaltaram os donos dos veículos e incendiaram dois destes carros, abandonando o terceiro. Enquanto fugia, o grupo atacou um carro oficial do Comando da Aeronáutica (Comaer) que andava em velocidade reduzida devido a uma pane mecânica. A quadrilha chegou a arremessar uma granada contra o utilitário Doblò. O ocupante do veículo, o sargento da Aeronáutica Renato Fernandes da Silva, conseguiu escapar ileso. A partir de então, os ataques se multiplicaram.

Na segunda-feira, cartas divulgadas pela imprensa levantaram a hipótese de que o ataque teria sido orquestrado por líderes de facções criminosas que estão no presídio federal de Catanduvas, no Paraná. O governo do Rio afirmou que há informações dos serviços de inteligência que levam a crer no plano de ataque, mas que não há nada confirmado. Na terça, a polícia anunciou que todo o efetivo foi colocado nas ruas para combater os ataques e foi pedido o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para fiscalizar as estradas. Foram registrados 12 presos, três detidos e três mortos.
Na quarta-feira, com o policiamento reforçado e as operações nas favelas, 15 pessoas morreram em confronto com os agentes de segurança, 31 foram presas e dois policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) se feriram, no dia mais violento até então. Entre as vítimas dos confrontos, está uma adolescente de 14 anos, que morreu após ser baleada nas costas. Além disso, 15 carros, duas vans, sete ônibus e um caminhão foram queimados no Estado.
Ainda na quarta-feira, o governo do Estado transferiu oito presidiários do Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio, para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Eles são acusados de liderar a onda de ataques. Outra medida para tentar conter a violência foi anunciada pelo Ministério da Defesa: o Rio terá o apoio logístico da Marinha para reforçar as ações de combate aos criminosos. Até quarta-feira, 23 pessoas foram mortas, 159 foram presas ou detidas e 37 veículos foram incendiados no Estado
Na quinta-feira, a polícia confirmou que nove pessoas morreram em confronto na favela de Jacaré, zona norte do Rio. Durante o dia, 200 policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) entraram na vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, na maior operação desde o começo dos atentados. Os agentes contaram com o apoio de blindados fornecidos pela Marinha. Quinze pessoas foram presas ao longo do dia e 35 veículos, incendiados.
Durante a noite, 13 presidiários que estavam na Penitenciária de Segurança Máxima de Catanduvas, no Paraná, foram transferidos para o Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia. Entre eles, Marcinho VP e Elias Maluco, considerados, pelo setor de inteligência da Secretaria Estadual de Segurança, diretamente ligados aos atos de violência ocorridos nos últimos dias. Também à noite, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, assinou autorização para que 800 homens do Exército sejam enviados para garantir a proteção das áreas ocupadas pelas polícias. Além disso, o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, anunciou que a Polícia Federal vai se integrar às operações.
Na sexta-feira, a força-tarefa que combate a onda de ataques ganhou o reforço de 1,1 mil homens da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército e da Polícia Federal, que auxiliaram no confronto com traficantes no Complexo do Alemão e na vila Cruzeiro. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, a polícia permanecerá nas favelas por tempo indeterminado. A troca de tiros entre policias e bandidos no Complexo do Alemão matou o traficante Thiago Ferreira Farias, conhecido como Thiaguinho G3. Uma mulher de 61 anos foi atingida pelo tiroteio na favela e resgatada por um carro blindado da polícia. Foram registrados quatro mortos e dois feridos ao longo do dia. Um fotógrafo da agência Reuters foi baleado no ombro e hospitalizado.
Na parte da noite, o Departamento de Segurança Nacional (Depen) confirmou a transferência de 10 apenados do Rio de Janeiro para o presídio federal de Catanduvas (PR). Também à noite, a Justiça decretou a prisão de três advogados do traficante Marcinho VP e a Polícia Civil anunciou a prisão de sua mulher por lavagem de dinheiro.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Onde vamos parar com toda essa violência?

Atos de violência continuaram a assustar a cidade pelo sexto dia seguido de ataques contra veículos e alvos policiais, elevando para quase 100 o número de carros, ônibus e vans queimados desde domingo. Ações da polícia em resposta aos ataques nas ruas deixaram pelo menos 45 suspeitos mortos em confrontos, de acordo com a polícia. Uma jovem de 14 anos também morreu, vítima de bala perdida.
Nesta sexta-feira, um tiroteio matou ao menos três pessoas e feriu outras 10, entre elas um fotógrafo da Reuters, que foi baleado no ombro perto da Favela do Alemão. Ele foi hospitalizado e não corre risco de morte.
Homens armados afrontaram a polícia exibindo metralhadoras e fuzis na manhã desta sexta no Alemão, e tiros foram disparados na direção de um helicóptero policial que sobrevoava o local, de acordo com um fotógrafo da Reuters nas proximidades da favela. A polícia informou que a aeronave não foi atingida.
A pedido do governo do Rio, o Ministério da Defesa designou 800 homens do Exército para ocuparem os perímetros da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão. De acordo com a Secretaria de Segurança, os soldados vão liberar policiais para incursões nas favelas.
"O confronto naquela região é uma necessidade para termos um Estado com paz", afirmou o ministro da Defesa, Nelson Jobim, em visita ao Rio para oficializar a parceria das Forças Armadas com as autoridades de segurança do Estado.



Imagens que antes eram vistas somente em filmes de guerra puderam ser presenciadas por muitos moradores da Penha, Zona Norte do Rio, na última quinta-feira 25/11. A ação da polícia, que recebeu o apoio de fuzileiros navais e veículos blindados foi encarada com "bons olhos" por parte da população e também por especialistas em segurança, como o coordenador de Núcleos Estratégicos da UFF, Eurico Figueiredo, conforme contou ao SRZD.

Segundo ele, o apoio da Marinha foi de grande peso para o primeiro dia de operação. Apesar de ter sido um dia complicado, muitos se mostraram satisfeitos com a iniciativa, mesmo que um tanto radical, de tentar estabelecer a paz na cidade."O objetivo da polícia é, primariamente, proteger a população, depois prender o criminoso".

Em seis dias de ações criminosas no Rio, mais de 20 pessoas já morreram. Agora, as forças se unem para desestruturar a criminalidade e o narcotráfico em uma das favelas que mais concentram bandidos na cidade, em busca da retomada da "cidade maravilhosa".

Mas atualmente o cenário dessa bela cidade,não está o dos melhores,como estamos acostumados...
Essa semana,o Rio viveu um de seus piores momentos,uma verdadeira guerra,onde as pessoas para continuarem vivas e vivendo sem risco precisam ficar presas em suas casas..



                                                O Rio de Janeiro está pedindo paz...
                                                         Chega de tanta violência..

O Rio de Janeiro continua lindo,o Rio de Janeiro continua sendo...
O Rio de Janeiro continua sendo a Cidade Maravilhosa que é,com belas praias,lindos cartões postais com ótimas vistas e pessoas maravilhosas...